domingo, 21 de agosto de 2011

A Batalha do Apocalipse

Mais um domingo de bobeira na net, enquanto lá fora a temperatura cai e ameaça a chover.

Como boa Geek navego entre as milhares de páginas virtuais em busca de assuntos e informações de meu interesse em ficções e fantasia. Ontem terminei de ler o livro "A Batalha do Apocalipse", do escritor carioca Eduardo Spohr. Depois fui ver no Youtube o vídeo de sua entrevista no Jô Soares.

Sobre o livro é um pouco difícil para eu falar a favor ou contra. Acho que a melhor definição seria "tem que ler". Como fui criada nos preceitos cristãos ele trás conceitos difíceis de ser digeridos pela minha formação religiosa, mesmo estando afastada da igreja. Por outro lado eu sempre gostei de quetionar tudo ao meu redor e nisto o livro se encaixa perfeitamente propondo novos conceitos. Um deles de que estaríamos vivendo no sétimo dia, descrito em Gênesis como "o dia do descanso do Criador".

Como sempre acontece idéias diferentes das pregadas por Sacerdotes cristãos, alguns podem chamar tal obra de "demoníaca" por ser contrária ao que está na Bíblia. Pois para mim, não passa de uma fantasia, muito boa por sinal, e sem pretenção de se tornar uma referência religiosa.

Acho muito importante incentivarmos jovens escritores brasileiros que se propõe a se embranhar num universo pouco explorado por brasileiros e que há muitos fãs.

Para quem ficou curioso em ler o livro no Submarino está custando R$ 19,90 e a sinopse é:

Há muitos e muitos anos, tantos quanto o número de estrelas no céu, o paraíso celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o Dia do Juízo Final.

Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas. Único sobrevivente do expurgo, Ablon, o líder dos renegados, é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na Batalha do Armagedon, o embate final entre o céu e o inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro da humanidade.

Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano, das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval, A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana - é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, repleto de lutas heroicas, magia, romance e suspense.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O prazer da leitura

Ler é sempre um prazer. Quem diz que não concorda não encontrou ainda um estilo que lhe agrade.No meu não difícil encontrá-lo, visto que amo ler desde que me entendo por gente, mas confesso que foi demorado. 

Tenho uma foto minha aos 6 anos, nem sabia ler ainda, mas estava eu lá, sentada num sofazinho, toda concentrada e segurando um livro intitulado "100 bilhões de sóis", de Rudolf Kippenhhn (leitura leve...) e com a boca entreaberta, como se estivesse fazendo leitura em voz alta.

Mas o primeiro livro que me lembro foi "Meu pé de laranja lima", de José Mauro de Vasconcelos. Comecei logo com um clássico e pesado livro. Eu tinha entre 9 e 10 anos e morava num sítio, com muitas árvores, onde fui criada, e as aventuras relatadas no livro também eram um pouco minhas. Eu tenho 2 irmãos mais novos e minha vó criava galinha que também fingíamos ser um zoo. Nunca mais o li, embora tenha tentado, mas tenho receio de ao fazê-lo hoje eu perca as imagens que criei quando o li criança.

De lá para cá foram tantos livros e coleções que nem sei estimar um número, mas o prazer da leitura só aumentou. Mas em relação ao meu estilo eu o encontrei em 2001 quando descobri Harry Potter. Foram longos anos de espera para saber o fim da saga. Só quem acompanhou lançamento a lançamento de alguma coleção entendi a angústia, a ansiedade e o medo. Eu ficava imaginando o que aconteceria se a JK morresse antes de terminar a saga. É, eu sei, mórbido, mas fã é sim mesmo.

Com HP descobri que meu estilo preferido é o que tem as histórias fantásticas. Encontrei minha válvula de escape para o dia a dia tenso e estressante que tenho. 

Para quem conhece o prazer da leitura e queira compartilhar seus interesses recomendo uma rede social pouco conhecida chamada O Livreiro (http://www.olivreiro.com.br). Para os que ainda acham que não gostam de ler sinto decepcioná-los, pois se leu este texto até aqui, você também tem um estilo, só não o admitiu ainda.